quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

ASSIM CAMINHA NOSSA AMIZADE

O importante é continuarmos amigas...

Até o fim de nossas vidas!

E é claro que eu sou a de maiô de florzinha.

Nem vem!
Falei Primeiro!

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

ENTERRO DA ESPOSA DE UM TRAFICANTE NO RIO DE JANEIRO

Você não vai acreditar no que vai ver!
Preste muita atenção nos detalhes dessa COVA.
Ela tem a metragem de um quarto.
O caixão está em cima da cama e a mulher será enterrada com TV de LCD, cadeiras, cama de casal, todo o seu guarda-roupas e sapatos, espelho, penteadeira, bebidas importadas...
Repare que as paredes estão com massa corrida e pintadas e o carpete é de primeira linha.
O povo que foi ao enterro está pasmo à beira da cova!
Acho que ninguém se atreverá a roubar a tal TV de LCD...


Tá parecendo com os enterros dos faraós do Egito!
Parece que, como o dinheiro é roubado mesmo, o cara nem se importa com a aberração...
Isto é o Rio de Janeiro, já dominado por estes bandidos...


sexta-feira, 12 de fevereiro de 2010

O MAIOR DOS ABSURDOS

Presidiários batendo uma bolinha...

Quem disse que o crime não Compensa???????????

Você sabe o que é o AUXÍLIO RECLUSÃO?

Todo presidiário com filhos tem direito a uma bolsa que, a partir de 1º/1/2010 é de R$798,30 por filho para sustentar a família, já que o coitadinho não pode trabalhar para sustentar os filhos por estar preso. Mais que um salário mínimo que muita gente por aí rala pra conseguir e manter uma família inteira.

Ou seja, (falando agora no popular pra ser entendido) bandido com 5 filhos, além de comandar o crime de dentro das prisões, comer e beber nas costas de quem trabalha e/ou paga impostos, ainda tem direito a receber auxílio reclusão de R$3.991,50 da Previdência Social.
Qual pai de família com 5 filhos recebe um salário suado igual ou mesmo um aposentado que trabalhou e contribuiu a vida inteira e ainda tem que se submeter ao fator previdenciário?
Mesmo que seja um auxílio temporário, prisão não é colônia de férias.
Isto é um incentivo a criminalidade nesse pais de merda, formado por corruptos e ladrões.

Não acredita?
Confira no site da Previdência Social.

Portaria nº 48, de 12/2/2009, do INSS
( http://www.previdenciasocial.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22 )

Pergunto-lhes:

1. Vale a pena estudar e ter uma profissão?
2. Trabalhar 30 dias para receber salário mínimo de R$510,00, fazer malabarismo com orçamento pra manter a família?
3. Viver endividado com prestações da TV, do celular ou do carro que você não pode ostentar pra não ser assaltado?
4. Viver recluso atrás das grades de sua casa?
5. Por acaso os filhos do sujeito que foi morto pelo coitadinho que está preso, recebe uma bolsa de R$798,30 para seu sustento?
6. Já viu algum defensor dos direitos humanos defendendo esta bolsa para os filhos das vítimas?
7. Vc acredita nas promessas dos politicos corruptos, ladrões eleitos pela grande massa de ignorantes em nosso pais?
8. Você acredita no discurso da polícia que está se esforçando pra diminuir a criminalidade?
MOSTRE A TODOS O QUE OCORRE NESSE PAÍS!!!
Mãe chorando o filho assassinado.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

É DOIDA, MAS É VERDADEIRA - O BRASILEIRO É ASSIM

- Leva das empresas onde trabalha pequenos objetos como clipes,
envelopes, canetas, lápis, etc, como se isso não fosse furto.

- Saqueia cargas de veículos acidentados nas estradas.

- Estaciona nas calçadas, até mesmo debaixo das próprias placas de proibição.

- Suborna, ou tenta subornar, quando é pego cometendo infração.

- Troca voto por qualquer coisa: cesta básica, areia, cimento, tijolo, dentadura.

- Fala ao celular enquanto dirige.
- Trafega pela direita nos acostamentos durante um congestionamento.

- Pára em filas duplas, triplas, em frente às escolas.

- Viola a lei do silêncio.

- Dirige após consumir (ou consumindo) bebida alcoólica.

- Fura filas nos bancos, utilizando-se das mais esfarrapadas desculpas.

- Espalha mesas, churrasqueira, banca de camelô nas calçadas.

- Comercializa merenda escolar.

- Consulta pelo convênio medico do vizinho... e muitos médicos aceitam.

- Pega atestados médicos sem estar doente, só para faltar ao trabalho.

- Faz gato de luz, de água e de tv a cabo.

- Registra imóveis no cartório num valor abaixo do comprado,
muitas vezes irrisórios, só para pagar menos impostos.

- Compra recibo para abater na declaração do imposto de renda,
também para pagar menos imposto.

- Escreve que a cor da pele é mais morena,
para ingressar na universidade através do sistema de cotas.

- Quando viaja a serviço pela empresa, se o almoço custou $10, pede nota pra $20.

- Comercializa os objetos doados em campanhas pós-catástrofes.

- Estaciona em vagas exclusivas para deficientes.

- Adultera o odômetro do carro para vendê-lo como se fosse pouco rodado.

- Compra produtos piratas com a plena consciência de que são piratas.

- Substitui o catalisador do carro por um que de catalisador só tem a casca.

- Mente a idade do filho para que passe por baixo da roleta do ônibus sem pagar passagem.

- Emplaca o carro fora do seu domicílio para pagar menos IPVA.

- Frequenta caça-níqueis e faz fezinha no jogo do bicho.

- Comercializa os vales-transporte e vales-refeição que recebe das empresas onde trabalha.

- Falsifica tudo, tudo mesmo. Só não falsifica o que ainda não foi inventado.

- Quando volta do exterior, nunca fala a verdade quando o
policial pergunta o que traz na bagagem.

- Quando encontra algum objeto perdido, na maioria das vezes não devolve.

E querem que os políticos sejam honestos.
Ora, os políticos que aí estão saíram do meio deste mesmo povo.

Ou não?!!!
Textos e Fotos: Internet.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

CRIANDO UM MONSTRO

O que pode criar um monstro?
O que leva um rapaz de 22 anos a estragar a própria vida e a vida de outras duas jovens por... Nada?
Será que é índole?
Talvez, a mídia?
A influência da televisão?
A situação social da violência?
Traumas?
Raiva contida?
Deficiência social ou mental?
Permissividade da sociedade?
O que faz alguém achar que pode comprar armas de fogo, entrar na casa de uma família, fazer reféns, assustar e desalojar vizinhos, ocupar a polícia por mais de 100 horas e atirar em duas pessoas inocentes?
O rapaz deu a resposta: 'ela não quis falar comigo'.
A garota disse não, não quero mais falar com você.
E o garoto, dizendo que ama, não aceitou um não. Seu desejo era mais importante.
Não quero ser mais um desses psicólogos de araque que infestam os programas vespertinos de televisão, que explicam tudo de maneira muito simplista e falam descontextualizadamente sobre a vida dos outros sem serem chamados.
Mas ontem, enquanto não conseguia dormir pensando nesse absurdo todo, pensei que o não da menina Eloá foi o único.
Faltaram muitos outros não's nessa história toda.
Faltou um pai e uma mãe dizerem que a filha de 12 anos NÃO podia namorar um rapaz de 19.
Faltou uma outra mãe dizer que NÃO iria sucumbir ao medo e ir lá tirar o filho do tal apartamento a puxões de orelha.
Faltou outros pais dizerem que NÃO iriam atender ao pedido de um policial maluco de deixar a filha voltar para o cativeiro de onde, com sorte, já tinha escapado com vida.
Faltou a polícia dizer NÃO ao próprio planejamento errôneo de mandar a garota de volta pra lá.
Faltou o governo dizer NÃO ao sensacionalismo da imprensa em torno do caso, que permitiu que o tal seqüestrador conversasse e chorasse compulsivamente em todos os programas de TV que o procuraram.
Simples assim. N Ã O.
Pelo jeito, a única que disse não nessa história foi punida com uma bala na cabeça.
O mundo está carente de não's.
Vejo que cada vez mais os pais e professores morrem de medo de dizer não às crianças.
Mulheres ainda têm medo de dizer não aos maridos (e alguns maridos, temem dizer não às esposas).
Pessoas têm medo de dizer não aos amigos.
Noras que não conseguem dizer não às sogras, chefes que não dizem não aos subordinados, gente que não consegue dizer não aos próprios desejos.
E assim são criados alguns monstros.
Talvez alguns não cheguem a seqüestrar pessoas.
Mas têm pequenos surtos quando escutam um não, seja do guarda de trânsito, do chefe, do professor, da namorada, do gerente do banco.
Essas pessoas acabam crendo que abusar é normal. E é legal.
Os pais dizem, 'não posso traumatizar meu filho'.
E não é raro eu ver alguns tomando tapas de bebês com 1 ou 2 anos.
Outros gastam o que não têm em brinquedos todos os dias e festas de aniversário faraônicas para suas crias.
Sem falar nos adolescentes.
Hoje em dia, é difícil ouvir alguém dizer não, você não pode bater no seu amiguinho.
Não, você não vai assistir a uma novela feita para adultos.
Não, você não vai fumar maconha enquanto for contra a lei.
Não, você não vai passar a madrugada na rua.
Não, você não vai dirigir sem carteira de habilitação.
Não, você não vai beber uma cervejinha enquanto não fizer 18 anos.
Não, essas pessoas não são companhias pra você.
Não, hoje você não vai ganhar brinquedo ou comer salgadinho e chocolate.
Não, aqui não é lugar para você ficar.
Não, você não vai faltar na escola sem estar doente.
Não, essa conversa não é pra você se meter.
Não, com isto você não vai brincar.
Não, hoje você está de castigo e não vai brincar no parque.
Crianças e adolescentes que crescem sem ouvir bons, justos e firmes NÃOS crescem sem saber que o mundo não é só deles.
E aí, no primeiro não que a vida dá ( e a vida dá muitos ) surtam.
Usam drogas.
Compram armas.
Transam sem camisinha.
Batem em professores.
Furam o pneu do carro do chefe.
Chutam mendigos e prostitutas na rua.
E daí por diante.
Não estou defendendo a volta da educação rígida e sem diálogo, pelo contrário.
Acredito piamente que crianças e adolescentes tratados com um amor real, sem culpa, tranqüilo e livre, conseguem perfeitamente entender uma sanção do pai ou da mãe, um tapa, um castigo, um não.
Intuem que o amor dos adultos pelas crianças não é só prazer - é também responsabilidade.
E quem ouve uns não's de vez em quando também aprende a dizê-los quando é preciso.
Acaba aprendendo que é importante dizer não a algumas pessoas que tentam abusar de nós de diversas maneiras, com respeito e firmeza, mesmo que sejam pessoas que nos amem.
O não protege, ensina e prepara.
Por mais que seja difícil, eu tento dizer não aos seres humanos que cruzam o meu caminho quando acredito que é hora - e tento respeitar também os não's que recebo.
Nem sempre consigo, mas tento.
Acredito que é aí que está a verdadeira prova de amor.
E é também aí que está a solução para a violência cada vez mais desmedida e absurda dos nossos dias.

Karina dos Santos Cabral